Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

congelou todo o desejo. num cartão azul celeste. o que fez não disse. aqui, ela sentia-se bem. mas aquando de um quarto para as cinco, esbatia-se em névoa. prendia-se na atmosfera de conceitos e articulações. num quartinho de duas mesas brancas em contraste com os girassóis, escrevia receios no cartão azul celeste. azul mar ficou. o que disse não fez. tocaram as 16.45 e nem se mexeu.confortada no seu desejo deixou-se ficar no conforto do seu fogo. onde estaria ela se não no seu conforto de casa vazia. de coração só. com homens cativados do outro lado da porta. no banco de um jardim. à frente do seu apartamento. de mente lavada, mãos sujas, alma confusa, como os seus pensamentos. como a sua história de vida. como o meu texto. sorriu.



publicado por Tim. às 20:10 | link do post | comentar

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